A possibilidade do “até onde conseguimos alçar voos?” independem da realidade que nos cerca, basta estarmos expostos a vida, e ela trará seus próprios contornos. Tudo começa num café a tarde, entre uma conversa com a artista surgem questionamentos, dores e o nome Petricor, que ganha o palco pela indagação: “Não sabia que o aroma da chuva tinha nome”. Petricor, um filme rodado na maior das singelezas que o tempo nos permitia. Entre trovões e respingos, unimos amigos, uma história ainda não contada e um desejo da artista de se fazer presente, em apenas uma de suas próprias linhas, carregada de arte, palavras e vida. É obra de contemplação, como o aroma da chuva que cai no solo e em nós.